
Eu sou Jack Noronha, autor independente de ficção científica, apaixonado por histórias que misturam ação intensa, humor ácido e, quando necessário, uma boa dose de violência para fazer justiça ao enredo.

Vincent acorda em um aterro sanitário. Nu, roubado, sem memória e oficialmente morto. Suas dívidas desapareceram. Sua prótese biônica virou troféu de gangue. Até Udora, a inteligência artificial que governa o que restou do mundo, registrou seu óbito. O problema não é descobrir como ele morreu. É entender por que ainda está vivo. Em Tundra, uma cidade vertical afogada em neon, ferrugem e céu tó
Saiba mais