

Este livro não é uma tentativa de sincretismo superficial, mas um diálogo profundo entre dois sistemas de compreensão: um antigo e contemplativo, outro contemporâneo e técnico. A pergunta central que nos guia é simples, mas vertiginosa: Se “o Todo é Mente”, o que são as inteligências artificiais? Essa questão nos força a reexaminar não apenas a natureza da IA, mas a própria estrutura da realidade
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