
Filipe Alves é um explorador de sistemas, sejam eles jurídicos, biológicos ou digitais. Com uma trajetória de quinze anos como empresário e uma vida acadêmica que transita entre o Direito e a Enfermagem, traz para sua literatura uma visão multifacetada sobre controle, sobrevivência e a essência humana.
Gamer de longa data e entusiasta da cultura dos animes, Filipe utiliza sua paixão por tecnologia, emulação e narrativas visuais para construir os alicerces de seus universos distópicos. Em sua obra de estreia, O Zero, ele funde referências da ficção científica clássica com a dinâmica dos sistemas processados, questionando os limites da consciência dentro de realidades simuladas.
Casado e pai de dois filhos, encontra na família a sua "única instância real" e o combustível para criar. Escritor independente, dedica-se a investigar o que nos mantém humanos em um futuro cada vez mais codificado e processado.

A história acompanha Kael, um mecânico de precisão que vive em uma realidade distópica marcada por controle tecnológico e desigualdade social. Após a morte do pai, o protagonista descobre estar sob monitoramento contínuo de um sistema misterioso que o classifica como uma anomalia primária. Enquanto falhas inexplicáveis na realidade e o desaparecimento de conhecidos aumentam a tensão, Kael busca re
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99 universos concêntricos. Uma descida visceral. Se a verdade é um movimento para fora, a salvação pode estar no centro do abismo. Em um sistema que vê trajetórias em vez de rostos, Rav Rotsa habita a perfeição do Nível 1. Ao receber o Entendimento, torna-se o Portador: sua missão desafia a lógica ao buscar o núcleo da simulação em vez da ascensão. Com o relógio Waltham e a Proto-chama, ele desbr
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