
Fábio City é pesquisador do comportamento humano, psicoterapeuta, corretor de imóveis e estudante de Direito pela Faculdade de Ilhéus, na Bahia. Sua trajetória é marcada pela busca constante por compreender as pessoas, suas escolhas, contradições e os caminhos que percorrem ao longo da vida.
Natural de Itapitanga, no interior da Bahia, cidade com menos de dez mil habitantes, cresceu na zona rural, em meio à simplicidade do campo e à paisagem marcada pela imponente Pedra Vermelha. Durante sua infância e adolescência, percorria diariamente cerca de dez quilômetros para chegar à escola. Foram quilômetros de poeira, sol, silêncio e pensamentos — uma experiência que, muito antes de qualquer formação acadêmica, ajudou a construir seu olhar atento sobre o ser humano.
Formado em 2009, Fábio City construiu, desde então, uma trajetória profissional marcada por diferentes áreas do conhecimento e por experiências que lhe permitiram observar o comportamento humano sob perspectivas distintas.
Na psicoterapia, aprendeu o valor da escuta e a perceber não apenas aquilo que as pessoas dizem, mas também aquilo que silenciam. No mercado imobiliário, passou a observar como desejos, necessidades, medos e pressões influenciam decisões. No Direito, encontrou uma nova perspectiva para compreender as consequências das escolhas humanas e as relações que estruturam a sociedade.
Apesar da diversidade de suas experiências, existe um fio condutor em toda a sua trajetória: o interesse profundo pelo comportamento humano.
O que leva uma pessoa a mudar de ideia? Por que alguém toma decisões que contradizem aquilo que acredita? O que acontece quando nossas convicções entram em conflito com nossos desejos? E, principalmente, quem somos quando não existe ninguém para nos observar?
É a partir dessas perguntas que nasce O Que Você Faz Quando Ninguém Está Olhando?, seu primeiro livro.
Mais do que uma obra sobre comportamento, o livro representa uma jornada de investigação sobre escolhas, identidade, consciência e as verdades que cada pessoa carrega quando as aparências deixam de ser necessárias.
De certa forma, este é também o livro que Fábio City precisava encontrar muitos anos atrás, quando percorria sozinho aqueles dez quilômetros até a escola.
Hoje, ele transforma aquela caminhada em palavras — e convida o leitor a fazer uma caminhada própria: para dentro de si mesmo.

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