
Autor
independente. Terror psicológico, gótico e noir.
Atualmente
publicando Amores Mortos — uma conversa subterrânea com as leituras que
me deformaram:
• a
atmosfera receptiva ao extraordinário em Ligeia (Poe);
• a
inevitabilidade da tragédia romântica em Pobre Liza (Karamzin);
• a
ciclicidade da obsessão humana em A Volta do Parafuso (Henry
James);
• a
opressão sistemática do ambiente sobre o indivíduo em A Letra Escarlate (Hawthorne);
• a
impossibilide de transcendência na covardia em Pedro Páramo (Juan
Rulfo);
•
e a distorção da verdade pelo viés narrativo em Pálido Fogo (Nabokov).
Cada
parte carrega uma âncora.
O
veneno, porém, é só meu.