Um pouco sobre mim
E.C. Moura não escreve para entreter. Escreve para inquietar.
Seus livros são como espelhos trincados, refletem o leitor em fragmentos, revelando verdades que muitos prefeririam manter enterradas. São mundos onde o mistério é regra, a filosofia é veneno doce e as respostas, quando surgem, vêm disfarçadas de novas perguntas.
Cada história de Moura é uma trilha sem mapa. Você entra achando que está lendo um romance, mas acaba enfrentando seus próprios abismos. Ele escreve para quem se recusa a aceitar o óbvio, para os que vivem desconfiando do que é dito em voz alta e que ouvem melhor os sussurros nas entrelinhas.
Nada é gratuito em sua narrativa: há símbolos onde outros veem cenas, há silêncios que gritam mais alto que os diálogos. O que Moura oferece não são finais felizes são verdades disfarçadas de ficção.
Porque, às vezes, o que você chama de história... é só a sua consciência batendo à porta.
Se você busca livros leves, passe longe.
Se busca livros que te façam repensar tudo, seja bem-vindo.