
Ariel M. é o pseudônimo de uma escritora brasileira que encontrou na literatura uma maneira de transformar aquilo que sente naquilo que pode ser lido.
Sua relação com a escrita começou ainda na adolescência, entre fanfictions, universos alternativos e histórias que nasceram muito antes de existir a intenção de publicá-las.
Com o tempo, escrever deixou de ser apenas uma forma de imaginar outros mundos e tornou-se também uma maneira de compreender o próprio.
Intensa, sensível e inquieta, Ariel escreve sobre aquilo que nem sempre encontra espaço para ser dito em voz alta: o amor e suas contradições, a solidão, a ansiedade, a fé, a identidade, o desejo, as despedidas e a difícil tarefa de aprender a existir sem pedir desculpas por sentir.
Em seus textos, há uma constante tentativa de transformar o íntimo em algo compartilhável. Suas histórias e poemas não procuram oferecer respostas definitivas, mas criar pequenos lugares de reconhecimento, páginas onde alguém possa se encontrar e pensar: eu também já senti isso.
Seu primeiro livro publicado, Floresça por onde tu fores, reúne poemas escritos a partir de diferentes fases de sua trajetória e percorre um caminho entre o caos, o fogo, as sementes, as raízes e o florescimento.
Para Ariel, escrever é uma forma de permanecer.
Deixar palavras onde um dia existiram sentimentos.
E, talvez, descobrir que algumas coisas que pareciam destinadas a nos destruir estavam apenas preparando o terreno para que pudéssemos florescer.

Há dores que queimam. Há amores que permanecem. E há partes de nós que só aprendem a florescer depois de atravessar a própria floresta. Floresça por onde tu fores é uma coletânea de poemas sobre sentir demais e, ainda assim, continuar. Entre crises de ansiedade, inseguranças, desejos que não podem ser ditos, amores correspondidos e impossíveis, despedidas, ciúmes, fé e conflitos com a própria ide
Saiba mais