
Amanda O. Jordão é jornalista, redatora e escritora brasileira apaixonada por narrativas intensas, universos sombrios e personagens marcados por cicatrizes emocionais profundas. Formada em Jornalismo pela Universidade Santa Cecília (UNISANTA), construiu sua trajetória profissional entre o jornalismo, a comunicação institucional e a escrita criativa, unindo sensibilidade narrativa com olhar estratégico para contar histórias que conectam pessoas.
Ao longo da carreira, atuou como repórter e redatora em importantes veículos e instituições, incluindo a Câmara Municipal de São Paulo, por meio da Rede Câmara, e a TV Cultura. Também trabalhou com comunicação pública, assessoria de imprensa e produção de conteúdo institucional, desenvolvendo projetos voltados à comunicação corporativa, branding, marketing digital e storytelling.
Especialista em comunicação e conteúdo, Amanda possui formação complementar em Business pela Harvard Business School Online e LEAD pela Cornell University, além de especializações em SEO, marketing digital e estratégias de comunicação. Sua atuação profissional combina jornalismo, escrita criativa, branding e construção de narrativas voltadas tanto ao universo institucional quanto ao literário.
Paralelamente à carreira na comunicação, Amanda mantém um forte envolvimento com causas sociais e proteção animal, atuando como redatora voluntária na ONG Olhar Animal, considerada um dos maiores portais de notícias sobre proteção animal do Brasil. Seu trabalho voluntário envolve a produção de matérias sobre resgates, conscientização e campanhas de apoio a ONGs e protetores independentes.
Apaixonada por literatura desde a infância, Amanda sempre encontrou nos livros um refúgio entre mundos fantásticos, mitologias antigas e emoções humanas complexas.

Em um hospital psiquiátrico no interior de São Paulo, Antonella tenta sobreviver ao próprio vazio enquanto luta contra traumas, pesadelos e a sensação constante de estar se perdendo de si mesma. Tudo muda quando um novo paciente chega ao Santa Mônica em meio a um surto violento, afirmando ser um lobo destinado à destruição. Dante não se lembra do próprio passado. Sem família, sem identidade e ato
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