
Sou autor, mas também sou profissional da área de tecnologia e arquitetura de soluções. No meu dia a dia, organizo sistemas complexos, desenho integrações, estruturo fluxos e tento transformar caos em clareza. Na escrita, faço exatamente a mesma coisa — só que com emoções, memórias e conflitos humanos.
Minhas histórias falam de culpa, fé, poder, silêncio, violência e redenção. Falam de escolhas que atravessam gerações e de marcas que nem sempre são visíveis. Gosto de pensar a narrativa como música: há ritmo, pausas, crescendos. Às vezes o que mais importa não é o que é dito, mas o silêncio que fica depois.
Vivo entre dois mundos que não se contradizem: o da análise e o da imaginação. De um lado, sistemas. Do outro, mitologias. Em ambos, estrutura importa. Coerência importa. Consequência importa.
Não escrevo para oferecer respostas fáceis. Também não escrevo para chocar por esporte. Escrevo porque acredito que histórias podem confrontar sem perder humanidade. Podem incomodar e, ainda assim, apontar para algum tipo de reconciliação.
Sou curioso sobre o ser humano — sobre suas sombras e sobre sua capacidade de transformação. No fim das contas, tudo o que construo, seja um sistema ou um romance, parte da mesma pergunta: como isso funciona por dentro?
Se minhas histórias tocarem você — mesmo em silêncio — então elas cumpriram seu papel.
“Eu não escrevo para fazer barulho. Escrevo para deixar eco.”

"A Filha da Escuridão" é um romance de horror gótico que explora temas de legado, maldições ancestrais, amor e escolha. A narrativa transita entre diferentes linhas temporais, focando em eventos sobrenaturais e seus impactos intergeracionais, especialmente em torno da linhagem Carter. A trama se desenrola na Louisiana, com raízes em eventos sombrios do passado, principalmente o ano de 1795 em Nova
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